
Direto de Buenos Aires
Percorrer as ruas de Buenos Aires a partir do Aeroporto Internacional de Ezeiza é como se deparar com dois mundos. De um lado, a sujeira e a pobreza; de outro, imponentes prédios e riqueza.
Assim como o Brasil, a capital argentina está permanentemente entre dois extremos. As famosas praças cheias de turistas e moradores de rua; as belas ruas arborizadas com prédios antigos, mas imponentes.
O contraste impressiona. Nao é possível dizer que se tem opinião formada sobre a cidade sem percorrê-la de norte a sul.
Em quatro dias, percorri várias partes, muitas a pé – a melhor, a mais econômica e a mais ecológica forma de se conhecer uma cidade nova.
O redor do Cemitério da Recoleta lembra o Leblon, no Rio. O Centro, junto ao belíssimo prédio do Congresso e da Casa Rosada, é sujo. Parece que nao há serviço de limpeza feito por garis.
Para os brasileiros não é caro vir para cá. O custo de vida é menor e pode se economizar bastante com hotéis econômicos e usando meios de transporte como o metrô e o ônibus.
A cada quadra existe um ‘locutorio’, um posto telefnico que permite realizar ligações locais e internacionais a preços muito baixos. Nesses mesmos locais existe conexão com internet. Os computadores são velhos e lentos. Agora, escrevo de um na Avenida 9 de Julio, em frente ao Obelisco (o marco da foto acima).
O povo é muito hospitaleiro. Os argentinos estão sempre dispostos a ajudar e a prestar informações. Para ajudar, o mapa distribuído gratuitamente no aeroporto é uma mão na roda.
Em breve continuo este post…
Post Nº 28
