Abri meu e-mail do Yahoo depois de séculos e deparei com uma propaganda da Zero Hora falando sobre assinaturas. Na reprodução do jornal, a matéria de capa é uma feita por mim sobre o crack. Abaixo, uma parte do anúncio.
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Post Nº 37
Abri meu e-mail do Yahoo depois de séculos e deparei com uma propaganda da Zero Hora falando sobre assinaturas. Na reprodução do jornal, a matéria de capa é uma feita por mim sobre o crack. Abaixo, uma parte do anúncio.
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Post Nº 37
→ 1 ComentárioCategorias: Jornalismo · Profissão repórter · Umbigo · Vida real
Vídeo que está bombando na internet… “Pedro, me dá o meu chip”
E depois acharam o pedro:
E a repercussão no Balanço Geral de Vitória (ES):
E na Márcia, na Band:
E, por fim, virou funk:
‘Navegar é preciso’ é uma seção deste blog. É publicada eventualmente, quando algo estranho ou curioso é observado na rede. Sugestões pelo e-mail maiconbock@hotmail.com
Post Nº 36
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Nada me entusiasma mais na profissão de jornalista que conhecer as mais diversas pessoas. Algumas vezes realidades tão parecidas; outras, tão diversas da minha. E outra: estar em lugares onde nunca teria acesso como cidadão comum.
Na tarde de ontem, em pleno Dia do Professor, conheci duas mulheres anônimas dignas de reconhecimento da sociedade. A primeira, a professora Eloisa Menezes Pereira, 57 anos, 35 deles dedicados ao magistério. Para dar um basta na indisciplina, ela estimulou os alunos a escrever, o que se transformou em um e-book.
O livro Brincando com os Sentidos reúne textos e desenhos de alunos da 5ª série da Escola Estadual Almirante Álvaro Alberto da Motta e Silva, localizada na Vila Barracão, na Grande Cruzeiro, em porto Alegre. São histórias do cotidiano de um colégio de periferia com base em constatações simples feitas sobre os cinco sentidos.
A segunda pessoa que conheci foi a socióloga Cláudia Reina, 44 anos. Depois de saber pela filha do desabafo de um professor desestimulado com a falta de educação em sala de aula, ela decidiu agir. Com autorização da direção e em parceria com professores, ela entrou na sala de aula para conversar com o grupo sobre as diferenças sociais:
– Na conversa com eles, dizia que cada ser humano é único, com suas características diferentes. A não compreensão disso provoca atitudes discriminatórias.
Das conversas, também está saindo um livro. A Arte como Resgate: Ação e Pluralidade Cultural na Sala de Aula sairá em novembro. Também com relatos dos alunos.
Elas poderiam ficar de braços cruzados, mas decidiram fazer algo pelos outros. Decidiram se envolver, mudar algo. Em um e-mail encaminhado a Zero Hora, Cláudia diz: “Me sinto um passarinho tentando apagar um incêndio, mas feliz por estar fazendo algo”.
É a síntese das ações dessas mulheres. Uma prova de que ainda resta esperança.
FOTO: Genaro Joner/Zero Hora
Link relacionado:
Baixe o e-book “Brincando com os sentidos”
Post Nº 35
→ 1 ComentárioCategorias: Cotidiano · Educação · Jornalismo · Porto Alegre · Vida real

<br
O dia de ontem era de conquista do governo gaúcho: de uma só vez, a Brigada Militar incorporou 3.832 soldados – a maior inclusão única da história, que elevou o efetivo a 27.494 PMs, o maior em 15 anos.
Entretanto, o bloqueio a mim (Zero Hora) foi grande. Desde o início da manhã, dados sobre o efetivo, número previsto de PMs, incorporação nos últimos anos e distribuição regional do atual efetivo não foram repassados. Durante a cerimônia, a imprensa foi isolada. Pudera, a governadora Yeda Crusius envolvida em mais uma crise…
À tarde, a cada contato com diferentes lideranças da BM, a mesma resposta: “Essa informação tem que ser com o comandante”. O comandante-geral da BM, coronel João Carlos Trindade Lopes, por sua vez, não atendia o celular. Seu assessor tomava decisões e dá-lhe bloqueio na ZH. Até pessoas que normalmente falavam tranquilamente com jornalistas se calaram.
O jeito foi recorrer a fontes alternativas para conseguir as informações. O resultado está no jornal desta sexta-feira, depois de horas de perda de tempo ontem. Se a BM colaborasse, o dia teria sido mais fácil.
O que é difícil de entender é por que tanto bloqueio em um dia tão positivo, com um reforço no policiamento aguardado há tantos anos pelos gaúchos.
Foto: Itamar Aguiar/Palácio Piratini
Post Nº 34
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Da série “Agora fudeu!”
O cara romântico pede a guria em casamento em meio a um ginásio lotado. A TV mostra ao vivo. Veja o que acontece…
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Post Nº 33
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Buenos Aires 100 km é um daqueles filmes que nos dão saudade da infância. Quando minha mãe falava que o bom mesmo era ser criança, eu, com a arrogância de um piá de oito anos, ria dela.
O filme conta a vida de cinco amigos entrando na adolescência em um povoado no meio do nada, mas a 100 km da capital argentina, por isso o nome do filme. A lugar é calmo, mas a vida deles tem um quê de interessante. Bem contada a história, belas imagens da cidadezinha e boas atuações dos guris. Dá até pra aprender uns palavrões em espanhol.
A sinopse do filme:
Cinco amigos prestes a iniciar a adolescência vivem em um povoado no meio do nada. Eles estão juntos todas as tardes, compartilhando suas experiências na escadaria de um salão de beleza feminino. Entre eles está Esteban (Juan Ignacio Perez Roca), que deseja ser escritor e vive imaginando histórias.
A ideia não é bem aceita por seu pai, que deseja que ele projete prédios para a região. Esteban, porém, não desiste de seu sonho e passa a escrever uma novela chamada “Buenos Aires 100 km”.
Premiações
- Ganhou o Prêmio Especial do Júri, de Melhor Roteiro e de Melhor Diretor Estreante, no Festival Latino-Americano de Huelva.
Título original: Buenos Aires 100 km
Gênero: Drama
Tempo de duração: 93 minutos
Ano de lançamento (Argentina): 2004
Post Nº 32
→ Deixe um ComentárioCategorias: Cotidiano
Ela chorou.
Bastaram cinco minutos na minha frente, falando do filho que não estava mais em seus braços, para que as primeiras lágrimas surgissem. Foram espontâneas, de alguém que não vê perspectivas na vida.
Aos 20 anos, é viciada em crack. Afastou-se da família, perdeu o filho de sete meses por não ter condições de cuidá-lo, vive na rua ao lado do marido, também viciado.
Os R$ 60 que ganham por dia catando papelão e latas de aluminínio são convertidos em pedra de fumar. De 110 kg, ela passou a 43. É um esqueleto que circula pela área central de Porto Alegre.
Ao falar sobre o filho na reportagem que circula na Zero Hora deste domingo, intitulada “Herdeiros da pedra: Os filhos de mães viciadas”, ela chorou. Apesar da vida desregrada que rumo ao fim precoce, ela ama o filho. Mas a dependência é maior, fecha os olhos.
A história dela me tocou. Não foi a primeira vez que um estranho chora na minha frente contando seu drama.
A íntegra da entrevista publicada:
“Eu queria muito ter meu filho de volta”
Na rua desde os 13 anos e no crack desde os 16, ela cata papelão e latas de alumínio para sustentar o vício. Por dia, os R$ 60 que consegue ajudada pelo marido são convertidos em pedras para fumar. Por causa do fumo, adquiriu asma, bronquite e rinite. O peso se reduziu de 110 para 43 quilos. Os dentes apodreceram.
Perdeu a dignidade e o único filho, que deu à luz no início do ano. Em março, o bebê foi tirado de seus braços por estar em situação degradante nas ruas. Agora, a mãe sonha em se tratar para recuperar a guarda da criança Ao procurar a casa de convivência da Associação Cultural e Beneficente Ilê Mulher, na Capital, ela foi localizada por Zero Hora. Confira trechos da conversa:
Zero Hora – Como você começou a usar drogas?
Mãe – Comecei com 16 anos, direto no crack. Depois minha mãe me levou para uma casa de vítimas de violência. Saí de lá, conheci meu marido e voltei para pedra. Aí fiquei grávida.
ZH – Durante a gestação, você usou drogas?
Mãe – Usei os oito meses e quatro dias a droga.
ZH – Depois do parto, ele chegou ficar contigo?
Mãe – Ficamos numa pensão. Mas o Conselho (Tutelar) veio e disse que era impróprio. Me mandaram para um abrigo, mas saí de lá. Foi quando minha mãe pediu a guarda da criança.
ZH – Você deixava seu filho de lado por causa da droga?
Mãe – (hesita) Poucas vezes deixei ele de lado. Geralmente, quando eu ia fumar, deixava ele com meu marido.
ZH – Como seria se não houvesse a droga?
Mãe – Cuidaria mais.
ZH – Você pensa no seu bebê?
Mãe – (chorando) Eu queria muito ter meu filho de volta. Meu filho é tudo.
ZH – Você se arrepende de ter experimentado o crack?
Mãe – Me arrependo, mil vezes. Eu não queria usar o crack.
ZH – Você espera se livrar da droga e voltar a cuidar dele?
Mãe – Meu plano é me internar. Para poder criar meu filho.
Post Nº 31
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Sexta-feira passada, 10h, Redação de Zero Hora. Em 30 minutos, teria de acompanhar o encontro do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, com a governadora Yeda Crusius, no Palácio Piratini.
Pergunto-me: o que perguntarei ao Temporão?
Na minha cabeça, tudo sobre a gripe A já tinha sido falado. Não há novidades. Daí pensei, vou colocar “gripe A” no Google pra ver se vem algum assunto interessante. E não é que veio?
Não veio uma pergunta para o ministro, mas uma das últimas atualizações sobre o assunto era de que estava rolando frouxa em Portugal a venda de Tamiflu, o antiviral que combate a nova gripe.
Na hora penso: os brasileiros são mais rápidos que os português nas falcatruas. “Deve ter alguém oferecendo por aqui também”, pensei. Volto para o Google e não é que acho um cara do Recife que estava oferecendo?
Tá aí a reportagem. Ligo para o cara, finjo que estou interessado e gravo a conversa. No dia seguinte, uma página na ZH com o título: “Remédio contra a gripe A é oferecido pela internet”. Na zerohora.com, o áudio da conversa. Golaço!
Links relacionados:
Link da reportagem “Remédio contra a gripe A é oferecido pela internet” (no fim do texto um link para o áudio da conversa)
Post Nº 30
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O último post deste blog havia sido escrito de Buenos Aires. Dois meses e meio de ausência…
Gripe A? Férias? Falta de dinheiro pra pagar a internet? Não, falta de tempo mesmo. E o que aconteceu em dois meses? O Michael Jackson morreu, a gripe se espalhou pelo mundo, o colorado perdeu a Copa do Brasil…
Enfim, o mundo gira, a vida segue. Vamos lá, estou a fim de blogar! Me acompanha?
Post Nº 29
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Direto de Buenos Aires
Percorrer as ruas de Buenos Aires a partir do Aeroporto Internacional de Ezeiza é como se deparar com dois mundos. De um lado, a sujeira e a pobreza; de outro, imponentes prédios e riqueza.
Assim como o Brasil, a capital argentina está permanentemente entre dois extremos. As famosas praças cheias de turistas e moradores de rua; as belas ruas arborizadas com prédios antigos, mas imponentes.
O contraste impressiona. Nao é possível dizer que se tem opinião formada sobre a cidade sem percorrê-la de norte a sul.
Em quatro dias, percorri várias partes, muitas a pé – a melhor, a mais econômica e a mais ecológica forma de se conhecer uma cidade nova.
O redor do Cemitério da Recoleta lembra o Leblon, no Rio. O Centro, junto ao belíssimo prédio do Congresso e da Casa Rosada, é sujo. Parece que nao há serviço de limpeza feito por garis.
Para os brasileiros não é caro vir para cá. O custo de vida é menor e pode se economizar bastante com hotéis econômicos e usando meios de transporte como o metrô e o ônibus.
A cada quadra existe um ‘locutorio’, um posto telefnico que permite realizar ligações locais e internacionais a preços muito baixos. Nesses mesmos locais existe conexão com internet. Os computadores são velhos e lentos. Agora, escrevo de um na Avenida 9 de Julio, em frente ao Obelisco (o marco da foto acima).
O povo é muito hospitaleiro. Os argentinos estão sempre dispostos a ajudar e a prestar informações. Para ajudar, o mapa distribuído gratuitamente no aeroporto é uma mão na roda.
Em breve continuo este post…
Post Nº 28
→ 2 ComentáriosCategorias: Cotidiano · Opinião · Relações internacionais · Turismo · Umbigo · Vida real
Ela ficou conhecida depois que o vídeo acima caiu na internet com o nome de “Menina Pastora Louca”. Gravado quando Ana Carolina Dias tinha 8 anos, o vídeo mostra uma pregação feita em uma igreja Assembleia de Deus lotada. Já foi visto 997 mil vezes.
Ela grita de forma acalorada e fala frases que se tornaram em verdadeiros bordões:
- É meirmão! Você sabe o que significa essas cinco pre… predrinhas, meirmão? Maravilhoso! Conseleiro! Deus forte!
- Tu num vai ter mais fômea! Tu num vai ter mais sede! Porque eu vou te acolher debaaaaixo das minhas asas como a galinha acolhe seus pintinhos.
Hoje, a guria tem 14 anos e se autodenomina a mais nova pregadora do Brasil. É filha de um pastor e de uma dona de casa que se intitulam assessores espirituais. Ana Carolina já gravou DVDs e CDs e continua pregando pelo Brasil. Devido ao vídeo, já participou de programas de TV.
(Dica do Giandro Araujo; com informações da Revista Quem)
Link relacionado:
Site de Ana Carolina Dias
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Post N° 27
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Ao chegar na Casa Branca ontem, ele se tornou o cão mais famoso do mundo. Puxando (literalmente) o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, Bo atraiu a atenção de jornalistas e fotógrafos.
Presente do senador Edward Kennedy, o cão d’água português está nos jornais, sites e blogs de todo o mundo. O nome é uma homenagem ao pai da primeira-dama Michelle. Mas toda essa fama se explica: seu dono é o homem mais poderoso do planeta.
Obama é midiático. Seu carisma e sua simpatia talvez se assemelhem aos do presidente Lula, que o próprio americano definiu como: “Esse é o cara! Adoro esse cara, o político mais popular do mundo. É porque ele é boa pinta”. Claro, Obama se diferencia por se expressar bem falando.
Já narrei aqui a vez que acompanhei pelo Terra um comício do Lula em Porto Alegre em setembro de 2006. É impressionante o apelo do presidente junto às camadas mais populares (e menos instruídas). Ele tem a cara do povo.
Já Obama parece ir no mesmo caminho. A popularidade dele está em alta em todas as parcelas da população de seu país e dos demais. Resta saber até quando.
FOTO: Terra/AP
Post N° 26
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Ela é uma mulher como antigamente: espera ser cortejada pelos homens.
Apesar do poder emanado pela beleza de suas curvas e rosto simétrico, para esse mulherão não cabe a uma dama tomar a iniciativa na paquera. “Os homens têm de chegar em mim. Não o contrário”, avalia.
Mas não é o que acontece no dia a dia da porto-alegrense Sâmara Ancheta (foto), 20 anos, 1,79m, 69kg e olhos verdes. Nas festas e nos lugares públicos, ela chama a atenção com frequência. E só!
Os caras não chegam. Eles têm medo de conversar. “Mesmo sem interesse, não serei mal educada com ninguém”, esclarece a bela, comissária de bordo. Como resultado desse receio masculino, ela normalmente volta das festas sem conhecer ninguém.
A conclusão disso? Que o bonito é ser feio.
Post N° 25
→ 8 ComentáriosCategorias: Cotidiano · Mulheres · Namoro · Paquera · Porto Alegre · Relacionamentos · Vida real · sexo
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O sujeito das fotos é Wanderson (lê-se Uanderson). Ele quer desencalhar e criou um site para aumentar a possibilidade disso. E o pior (ou melhor) é que é real. Com 29 anos e 1,71m, o engenheiro químico de São Paulo esconde quanto pesa.
Ele conta que nunca se casou, mas assume que já pecou. Mas o importante é que ele reconhece: “Eu pequei. Estou arrependido de ter realizado os pecados que realizei. Ou seja, eu me arrependo de todos os pecados que cometi”.
Para as interessadas, ele especifica o que procura: “Eu quero casar com uma mulher que me ajude a fazer o que é certo. Eu quero casar com uma mulher que me ajude a obedecer os mandamentos do Deus que fez os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há”.
Se você ficou interessada, veja se atende aos requisitos e preencha seu formulário no site:
1 – Que seja uma mulher que queira agradar o Deus que fez os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há;
2 – Que nunca tenha sido “atriz de filme erótico”;
3 – Que nunca tenha sido casada com alguém que esteja vivo;
4 – Que não esteja grávida;
5 – Que não tenha filho ou filha;
6 – Que tenha altura abaixo da dele (1,71m);
7 – Que tenha idade abaixo da dele. Ou seja, que tenha nascido depois de 11 de outubro de 1979.
Link relacionado:
Desencalha, Wanderson
‘Navegar é preciso’ é uma seção deste blog. É publicada eventualmente, quando algo estranho ou curioso é observado na rede. Sugestões pelo e-mail maiconbock@hotmail.com
Post N° 24
→ 2 ComentáriosCategorias: Blog · Cotidiano · Internet
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É dela uma das mais belas vozes que o Brasil já ouviu. Elis Regina (1945-1982) nasceu em Porto Alegre e brilhou no país inteiro. As músicas que eram ouvidas pelos meus pais na juventude ainda hoje são atuais e belas.
É o saldo de uma obra que atravessa gerações e vai permanecer. Um exemplo é a música ‘Como nossos pais’, uma das minhas preferidas (vídeo acima). Ontem, aniversário de 237 anos de Porto Alegre, ela ganhou uma estátua junto à Usina do Gasômetro e ao Guaíba.
Estive lá hoje e trago aos leitores deste blog algumas imagens. Vale a pena, claro, ver de perto.
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FOTOS: Maicon Bock
Post Nº 23
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